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Os impactos da gestão de pessoas nos bancos em função da revolução digital

Investir nos canais digitais, estreitar os relacionamentos a partir de um mundo mais conectado, ter na equipe profissionais mais antenados às plataformas digitais, são alguns dos desafios que as instituições enfrentam para melhorar cada vez mais a experiência de seus clientes colocando o banco à disposição, a qualquer hora e em qualquer lugar, bastando apenas que o cliente tenha um smartphone conectado à internet nas mãos.

É fato que a revolução digital trouxe inúmeras facilidades, simplificou muito a nossa vida mudando até a cultura e o dia a dia das pessoas, mas quais impactos as organizações sofrerão num mundo mais digital, conectado e globalizado? O perfil dos profissionais mudará por conta desta nova era? Como os líderes estão lidando com tudo isso?

Para nos ajudar a responder a essas e mais algumas questões acerca do assunto, convidamos Vanessa Lobato - Vice-presidente de Recursos Humanos do Banco Santander para uma entrevista bastante enriquecedora que, você poderá conferir a seguir:

INFI: Como o banco lida com as transformações que a era digital promove nas organizações a fim de preservar suas estratégias e objetivos mesmo num ambiente de constante mudança?
Lobato: O grande desafio é conseguir conectar a tecnologia do canal digital à real necessidade do cliente. O investimento nos canais digitais busca melhorar a experiência do cliente e proporcionar a ele a possibilidade de se relacionar com o Banco de uma maneira simples, de qualquer lugar e a qualquer hora, sem precisar se dirigir a uma agência.

INFI: Quais impactos a organização, bem como a gestão de pessoas sofrerão num mundo mais digital, conectado e globalizado?
Lobato: Cada vez mais o Banco precisa oferecer transações sem que o cliente precise se dirigir a uma agência, isso gera eficiência para o cliente, para a instituição e pode resultar, inclusive, em produtos e serviços mais baratos. O impacto da migração é claramente positivo, porque o cliente já é digital e tornar o banco digital é acompanhar o seu comportamento. Na questão da gestão de pessoas, o Santander tem buscado trazer para áreas estratégicas pessoas que possuem vivência no mundo digital, que sejam curiosas, para atuar nas novas plataformas de trabalho e que tenham a visão do todo (cliente, negócio e processo).  Além disto, todos nós estamos aprendendo a nos relacionar neste mundo digital, então a nova cultura digital é importante para todos, inclusive será um dos temas trabalhados na nossa plataforma de ensino corporativo.

INFI: A gestão de pessoas constitui-se numa poderosa ferramenta no ambiente organizacional e de grande importância estratégica em busca da qualidade e da produtividade. De que forma a era digital pode contribuir para essa busca?
Lobato: As ferramentas estão cada vez mais eficazes e permitem uma contratação mais assertiva e rápida. Isso, no entanto, não significa que as pessoas que atuam na área de Recursos Humanos serão substituídas, pelo contrário, esses funcionários também terão que se atualizar para atuar neste novo ambiente.

INFI: Qual é o perfil do profissional na era digital?
Lobato: O Santander busca líderes para o futuro, profissionais que ajudem a encontrar respostas para problemas que ainda nem existem. O Banco quer pessoas que estejam atrás não só de enfrentar desafios, mas de desafiar o mercado. Que pensem diferente e tenham foco no resultado, tanto para o Banco como para o cliente.

INFI: Existe necessidade de alguma mudança na estratégia de seleção e recompensa deste profissional?
Lobato: A estratégia de seleção, como já dito anteriormente, vem ganhando ferramentas que permitem maior assertividade. Além disso, temos buscado profissionais que se identifiquem com a cultura Santander. No caso da recompensa, temos desenvolvido estratégias relevantes para identificar os funcionários que estão cumprindo e superando as suas metas, e, a partir daí, definindo suas recompensas. Aqui, no Santander, por sermos a maior instituição internacional do País, a recompensa vai além dos honorários e muitos jovens veem no Banco uma oportunidade de carreira internacional.  

INFI: Como fica a questão da liderança dos profissionais da Era Digital? Espera-se dos líderes alguma mudança de papel?
Lobato: Percebemos que os gestores precisam se adaptar, delegando mais e dando mais autonomia para a equipe. Estas mudanças impactarão como um todo o ciclo de gestão de pessoas: avaliação de performance, contratação de metas, capacitação, gestão da jornada, engajamento e carreira. A era digital já é uma realidade nas organizações, quem não se adaptar ao novo momento corre o risco de não participar desta evolução.

E, para ajudar as instituições a se adequar a este momento, o INFI lançou o Summit – Desafios na Gestão de Talentos na Era Digital. Confira a programação completa e participe para aprofundar ainda mais o seu conhecimento no assunto.

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